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Mais lesão corporal / esta foi em Apucarana

Data do Registro: 18/10/2026 09:08 Endereço: Rua Jose Ferragine – Solo Sagrado – Apucarana Natureza Atendimento: Lesão Corporal Descrição do Fato: Conforme relato da atendente da UPA de Apucarana, estavam na unidade avó e neta relatando que sofreram violência doméstica. No local foi realizado contato com as vítimas Sr. ___, 67 anos (avó), e ___, 15 anos, (neta). Estas relataram que no dia 15/10/26 a menor chegou em sua residência, rua Hélio Hiromi Ohya, local em que reside com sua mãe ___, 36 anos, e após informar sua mãe que estava grávida passou a sofrer agressões físicas. Segundo a menor sua mãe pegou um fio de carregador de celular e começou a bater nela, a vitima estava nua, tomando banho, no momento que começou a receber diversos golpes de fio. A genitora também começou a desferir joelhadas e chutes em sua filha, em certo momento começou a bater a cabeça de sua filha na parede. Durante as agressões, a genitora chamou homens que residem na mesma residência, mas que não possuem nenhum grau de parentesco com ambas, e expôs sua filha nua para esses homens. Sendo os homens ___, ___ e ___, e gritava para os homens olharem para a filha nua e falava olha esta vagabunda, sendo que os homens presenciaram toda situação e não interferiram na ação da autora. Já no dia 16/10/26 sexta-feira, a menor havia deixado a residência de sua mãe devido às agressões e ficou na residência de sua avó no Bairro Solo Sagrado. Por volta das 08h30min da manhã, a genitora invadiu a residência da avó, juntamente com os três homens citados acima, estes seguraram a menor e começaram a agredi-la. Sendo que a menor lembra de ter levado um tapa do indivíduo de nome ___, os outros dois homens também agrediram a avó com chutes e tapas. Após todas às agressões, os autores saíram da residência afirmando que se as vítimas chamassem a polícia eles voltariam para matar elas. Hoje, dia 18/10/26, a menor e sua avó procuraram a UPA de Apucarana, pois a menor estava sentido muita dor na região da costela, sendo atendida pela médica e devido a condição de gravidez da vitima foi necessário que esta ficasse em observação e aguardando exames clínicos. Ainda conforme relato da menor, sua irmã, a qual possui 9 anos de idade, permaneceu sob guarda de sua mãe, sendo que tanto a vítima como a irmã presenciam intenso movimento de vendas e uso de drogas nessa residência. Foi acionado o Conselho Tutelar para acompanhar a situação, bem como realizar o atendimento especializado à adolescente, a qual após ouvir o relato da adolescente e diante do risco que a criança que estava sob a tutela da mãe estaria correndo, esta achou por bem ir até a residência para verificar às condições da criança. Diante da situação relatada, às vítimas foram orientadas quanto aos procedimentos a serem realizados e a procurarem a Delegacia da Mulher para realização de exames de corpo de delito e pedido para providências de Polícia Judiciária.