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o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado está atuando em Jandaia do Sul

Gaeco do Paraná deflagra megaoperação contra organização criminosa que atua de dentro de presídios.

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná deflagrou na manhã desta segunda-feira (15-06), a Operação Panóptico.

A mais recente ação ocorreu nesta segunda-feira, quando o Ministério Público do Estado do Paraná deflagrou a Operação Panóptico, cumprindo mandados em Jandaia do Sul e outras 33 cidades paranaenses com o objetivo de desarticular uma grande organização criminosa que operava de dentro dos presídios.
Para detalhes específicos sobre as investigações na região do Vale do Ivai , 
  • Detalhasse a quantidade de mandados cumpridos na operação
  • Explicasse como o MPPR orienta a população a fazer denúncias seguras .
  • A operação cumpriu 304 mandados de prisão e 255 de busca e apreensão em quatro estados: Paraná, São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.

    A ação tem por alvo uma organização criminosa de abrangência nacional que atua a partir de presídios.

    Os dez núcleos do Gaeco no Paraná participaram das investigações e a operação nesta manhã ocorreu em em parceria com a Secretaria Estadual de Segurança.

    Cerca de mil policiais entre civis, militares, penais e equipes da Polícia Científica atuaram no cumprimento das ordens judiciais.

    92 mandados de busca e 176 de prisão foram cumpridos em prisões.

    No Paraná, os mandados foram cumpridos em 34 cidades, entre elas Maringá, Sarandi, Astorga, Cianorte, Cruzeiro do Oeste, Guaíra, Jandaia do Sul, Loanda, Paranavaí, Paranacity, Roncador e Umuarama.

    Também foram cumpridos mandados em Naviraí, no Mato Grosso do Sul, Joinville em Santa Catarina e em Bauru e Itapecerica da Serra, em São Paulo.

    O objetivo da operação é enfraquecer a atuação da organização criminosa no estado, arrecadar provas, elucidar outros crimes e impedir que as atividades criminosas prossigam.

    O nome da operação significa “aquilo onde tudo é visto”numa referência à vigilância perpétua e onipresente.

    A operação segue as diretrizes do Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas, do Ministério Público brasileiro e que foi criado em 2002.

    É formado pelos Gaecos de todo o país e trabalha de maneira integrada com as demais forças de segurança, com a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e as receitas estadual e federal, entre outros órgãos.