O prefeito de Mauá da Serra, Giva Lopes, divulgou um pronunciamento público manifestando preocupação e posicionamento contrário à instalação de praças de pedágio que atingem diretamente o perímetro urbano do município e comunidades próximas. Segundo ele, a medida trará impactos negativos à população, especialmente para quem depende do deslocamento diário para trabalho e acesso a serviços básicos.
De acordo com o prefeito, Mauá da Serra passa a ter dois trechos com pedágio dentro do território do município: um nas proximidades do Restaurante do Bambu, BR -376, e o segundo no sentido Tamarana, a cerca de dois quilômetros do pontilhão de Faxinal, também dentro de Mauá, na região da Placa da Vaca. A situação afeta diretamente moradores da comunidade da Serra do Cadeado e também trabalhadores de cidades vizinhas, como Faxinal, que utilizam Mauá da Serra como rota diária.
Giva Lopes destacou que moradores da Serra do Cadeado, por exemplo, precisarão pagar tarifa cheia, estimada entre R$ 11 e R$ 12, para acessar serviços essenciais oferecidos no próprio município, como posto de saúde, mercado e comércio local. Segundo ele, isso representa um grave prejuízo social, com cerceamento do direito de ir e vir da população.
No pronunciamento, o prefeito afirmou que já buscou apoio junto a deputados estaduais e reforçou o pedido de intervenção do Governo do Estado, do Governo Federal e da Assembleia Legislativa do Paraná. Ele citou conversas com os deputados Do Carmo e Arilson Chiorato, solicitando apoio para que a praça de pedágio seja realocada para um ponto que não prejudique a população local.
Como alternativa, Giva Lopes sugeriu que o pedágio seja transferido para um trecho mais abaixo da Serra, fora da área urbana e das comunidades diretamente afetadas, citando como exemplo a mudança realizada anteriormente no município de Rolândia.
Ao final, o prefeito fez um apelo direto ao secretário estadual responsável pela área, pedindo sensibilidade e atenção à realidade enfrentada pelos moradores. Segundo ele, a instalação do pedágio da forma como está prevista impõe uma dificuldade injusta à população de Mauá da Serra, que depende desse trecho para atividades básicas do dia a dia.





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